Vigilantes de Barueri participam de ato contra o fim da Justiça do Trabalho

Diretores do Sindicato dos Vigilantes de Barueri participaram na manhã desta segunda-feira, 21, em São Paulo, de um ato contra o fim da Justiça do Trabalho.

O ato aconteceu após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarar, durante entrevista ao SBT, que existe um excesso de ações trabalhistas no país. Ele afirmou ainda que sua ideia é extinguir a Justiça do Trabalho, o órgão responsável por fiscalizar os abusos cometidos contra os trabalhadores.

De acordo com o secretário-geral do sindicato, Paulo Messias, a onda de ataques aos direitos dos trabalhadores começou com a reforma trabalhista, alcançou e extinguiu o Ministério do Trabalho e agora mira a Justiça do Trabalho.

“É um governo que não tem apreço pelos trabalhadores e atenta a todo instante contra direitos históricos. Não podemos permitir esse absurdo”, explica.

Organizado por associações de magistrados, associações de advogados trabalhistas e sindicatos de trabalhadores, o evento reuniu cerca de 1,5 mil manifestantes na Zona Oeste da cidade.

Segundo Paulo Messias, os vigilantes – em especial – serão muito prejudicados caso a Justiça do trabalho seja extinta. “Ainda vemos casos de trabalhadores em condições precárias de trabalho, sem direitos básicos respeitados, e empresas que fecham as portas e não pagam os trabalhadores. Quem fiscaliza tudo isso é a Justiça do trabalho”, diz.

“Não podemos permitir esse retrocesso. Os trabalhadores precisam da Justiça do Trabalho”, finaliza.

Paulo Messias: “Esse é um governo que não tem apreço pelos trabalhadores”

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